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Era uma vez… | Storytelling: venda mais contando histórias

storytelling
 

Storytelling: cative seus consumidores através de histórias relevantes!

Para que o conceito de storytelling seja colocado em prática, vídeos, áudios, imagens e palavras devem caminhar em perfeita união.

Através de todas essas plataformas, o termo se constrói como sendo a capacidade em se contar histórias de maneira relevante e atraente.

Excelente alternativa para as empresas que pretendem aumentar suas conversões, o storytelling demanda, no entanto, que a instituição apta a trabalhar tenha sua persona devidamente definida.

Ou seja, caso sua empresa ainda não tenha um público-alvo traçado, investir em storytelling poderá se apresentar como um erro logístico e, nesse caso, mercadológico.

O poder da persuasão

Um dos grandes diferenciais do storytelling com relação às demais plataformas de comunicação de marketing diz respeito ao fato de que suas práticas são apoiadas na persuasão.

Isto é, trata-se de um método que não invade a rotina do consumidor e, de quebra, também não se pauta em ofertas diretas de produtos ou serviços.

Dessa maneira, a ideia é que o cliente se sinta completamente à vontade e, mais do que isso, parte ativa da história que lhe é contada.

Mais uma vez é por meio dessa condição que a definição da persona se faz tão necessária.

A versatilidade das narrativas

Dentre todos os gêneros textuais disponíveis e trabalhados atualmente (sobretudo pelas empresas), é a narrativa que se destaca com um maior protagonismo.

O próprio storytelling é um exemplo disso. Ao se pautar em tal método, o conceito objetiva cativar uma audiência através da divulgação de uma estória atrativa e que seja dotada de algumas técnicas. Confira:

  • Vocabulário adequado;
  • Enredo rico e provocador;
  • Personagens que de fato representem as personas em questão;
  • Elementos visuais diversos (compostos não somente por palavras, mas também por imagens, vídeos e áudios).

A perenidade do storytelling

É simplesmente impossível – ainda em se tratando da definição nua e crua de storytelling – que tratemos do conceito sem que considerarmos sua perenidade.

Isto é, além de “ter chegado para ficar”, o storytelling também se destaca por ser um conceito capaz de separar as empresas que têm projeção de futuro das que não possuem o mesmo perfil.

Ainda nesse cenário, vale lembrar que o storytelling está em simplesmente todos os lugares (o permitindo também ser chamado de “conceito onipresente”).

Isto é, das propagandas de margarinas às divulgações de resultados corporativos e passando-se, acredite, pelos posts em redes sociais, é o storytelling que se destaca com uma presença cada vez mais recorrente.

O consumidor atual quer ouvir (ou ler, como queira) histórias relevantes!

Assim como entende que o relato da experiência de suas compras é essencial para a construção de uma marca melhor, o consumidor atual não abre mão de ouvir (ou ler, ver, como queira) uma história relevante.

Para isso, portanto, as empresas podem apostar em quaisquer gêneros (do drama à comédia e da tragédia à ação) para atingir seu público-alvo mais assíduo.

Ainda nesse contexto, cabe salientar que o desafio dessa narrativa caminha justamente no sentido de que sua perspectiva deve prender a atenção do leitor.

Isto é, quanto mais o consumidor se imagina e se simula em sua história, maior é a chance de você conquistá-lo e, como levantamos no início desse artigo, maior também é a chance dele, de uma vez por todas, se transformar um cliente recorrente de seus produtos ou serviços.

Entenda as razões que exigem que o storytelling seja multimidiático

Com o fenômeno da internet se propagando de maneira cada vez mais intensa, passou a ser a natural que as pessoas viessem a filtrar, de maneira igualmente incisiva, as informações por elas recebidas.

Em função disso, as empresas que antes se comunicavam tão e somente através de textos maciços e pesados passaram a adotar outras plataformas de divulgação de seus conteúdos. Uma prova viva dessa teoria pode residir justamente no storytelling.

Para que você compreenda as razões que o exigem ser multimidiático, portanto, confira a listagem estátistica abaixo (e se surpreenda com os números):

  • 79% dos internautas não leem “palavra por palavra” de um texto publicado no meio on-line;
  • Blogposts com vídeos possuem, em média, três vezes mais acessos do que as publicações dotadas apenas de conteúdos textuais;
  • Os próprios comunicados de imprensa que possuem plataformas multimídias obtêm 77% mais respostas quando comparados aos lançamentos que, mais uma vez, são dotados de tão e somente conteúdos textuais.

Comunique-se diretamente com seu prospect!

Além de sua história precisar ser composta de drama, atração, interação e realidade…

É imprescindível que, assim que optar por adotar o storytelling como uma de suas plataformas de comunicação, você não abra mão de se comunicar diretamente com seu prospect (que, em linhas gerais, pode ser traduzido como sendo um possível cliente de sua marca).

No que trata das alternativas que você pode adotar para conseguir colocar esse diferencial em prática, faça como os autores das histórias tradicionais: se valha de personagens memoráveis e, através deles, conduza seu enredo com o foco sendo sempre voltado ao dia a dia, às dores e aos anseios de sua persona.

Invista nos conceitos subjetivos + case de sucesso!

De modo a caminharmos para o final desse curto, mas relevante artigo, não há como deixarmos de tratar do quão importante a subjetividade pode ser para a construção de seu storytelling.

Com o intuito de sustentarmos essa condição, analise, por exemplo, a maneira com a qual a Coca-Cola, uma das maiores grifes de bebidas do mundo, se expressa.

Ao invés de vender seu prouto de maneira direta, intensa e usual, a patente faz questão de agir meio que na “contramão” dessa regra e, ao contrário do que a maioria das corporações faz, a Coca-Cola vende felicidade, momentos e inspiração.

Mais do que isso, a instituição “vende” um desejo de revolução pessoal que fica tão implícito, mas tão implícito, que até mesmo as pessoas que não são adeptas do consumo de refrigerantes passam a propagá-la.

Em linhas gerais, o que a Coca-Cola faz nada mais é do que evangelizar seus clientes através de uma relevante atribuição de valor à sua marca.

Por tudo isso, não é à toa que a marca é uma das líderes mundiais em seu segmento.

No momento em que vivemos a ATENÇÃO! É o maio ativo de qualquer marca e o Storytelling é um meio extremamente efetivo para se conseguir essa tão sonhada atenção.

Lembre-se uma história isolada dentro de uma campanha publicitária até pode lhe trazer algum benefício a curto prazo, porém, o Storytelling deve ser um trabalho consistente com diversas “historinhas” contadas ao redor da trama principal, que é a sua empresa, o seu produto ou você!

 

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