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Negócios de impacto social e capitalismo: o que uma coisa tem a ver com a outra?

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Negócios de impacto social e capitalismo: o que uma coisa tem a ver com a outra?

atendimento de qualidade

atendimento de qualidade

 

Se precisassem ser definidos de maneira simplista, os negócios de impacto social poderiam ser descritos através das empresas que oferecem, de maneira intencional, soluções escaláveis para problemas sociais convividos e sentidos pela população de baixa renda.

Aliás, vale lembrar que é justamente por meio deste dado que tais procedimentos mercadológicos têm ganhado cada vez mais espaço no território brasileiro.

Se por um acaso estas informações não se bastassem por si só, também pode-se afirmar sem qualquer tipo de medo ou restrição que, na prática, os negócios de impacto social também se caracterizam por serem dotados de algumas características-chave. As conheça:

  • Foco na população de baixa renda;
  • São traçados de acordo com as necessidades de tal nicho populacional;
  • São desenvolvidos segundo as características inerentes à população menos favorecida economicamente.

Entenda, portanto e de uma vez por todas, qual é a relação direta que existe entre os negócios de impacto social e o sistema capitalista

Partindo-se do pressuposto de que os negócios de impactos sociais consideram o combate ao trabalho escravo, forçado ou infantil e, de quebra, ainda atua de mesma maneira no que diz respeito à articulação perante algumas políticas públicas, não há como negar que é absolutamente direta a relação protagonizada entre suas bases teórico-práticas e o sistema capitalista como um todo.

De modo a sustentar esta condição, pode-se concluir que todo e qualquer negócio de impacto social ainda leva outros três pontos-chave em consideração. Conheça-os:

  • Trabalho em rede, proporcionando a abertura de parcerias que visam fortalecer e ampliar a atuação do negócio em si;
  • Cuidado real e absoluto perante a cadeia produtiva, incluindo-se aqui a seleção e a consequente avaliação dos fornecedores;
  • Gerenciamento dos impactos ambientais.

Os negócios de impacto social ainda se responsabilizam por normalmente terem de apresentar inovação ao modelo de empresa em questão

Não é à toa que os negócios de impacto social possuem, em pleno século XXI, uma relação direta para com o dia a dia das startups.

Na prática, esta espécie de “parceria” se explica através do fato de que os negócios de impacto social têm como característica principal a apresentação de inovação ao modelo de negócio/empresa em pauta.

Além disso, outras informações também se colocam como mais do que simplesmente essenciais para a construção da identidade de um negócio de impacto social.

Como não poderia deixar de ser, uma das principais delas trata do fato de que estas corporações precisam ter um potencial consolidado o bastante para permití-las alcançar escala e operar da maneira mais eficiente possível.

De quebra, também são elas que devem se preparar para vender um produto ou um serviço apto a contribuir para melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda, assim como também são elas que precisam contar com um comprometimento de ponta por parte do empreendedor e de sua equipe, uma vez que são justamente eles os responsáveis por otimizar a tal qualidade de vida da população menos favorecida economicamente.

Por fim, mas não menos importante por conta disso, muito pelo contrário, também pode-se afirmar que os produtos ou os serviços trabalhados pelas empresas que se enquadram nos “negócios de impacto social” também são (ou ao menos devem ser) capazes de sustentar a empresa no campo financeiro, fazendo com que ela não dependa de doações ou captações de recursos diversos para que os seus funcionamentos consigam se dar da maneira mais eficiente e inovadora possível.

Conheça os fatores positivos que normalmente existem por trás do dia a dia dos negócios de impacto social

Como nem poderia deixar de ser, os negócios de impacto social se caracterizam por contarem, sim, com os mais diversos pontos/fatores positivos por trás de suas práticas rotineiras.

Neste cenário, o principal deles pode ser representado pela inclusão dos grupos de baixa renda na cadeia produtiva de valor que somente estes modelos de negócio são capazes de protagonizar.

Na prática – e ainda neste contexto, outros dois tipos de oferta também podem vir a se fazer presentes. O primeiro deles fica a cargo da oferta de produtos e serviços que não somente possuem alta qualidade, mas também contribuem diretamente para o aumento do acesso dos grupos de baixa renda a oportunidades e atendimento de necessidades básicas nas seguintes frentes:

  • Alimentação;
  • Energia;
  • Saúde;
  • Habitação.

No outro caso, a oferta de produtos e serviços deve ser voltada à melhoria da produtividade dos mais excluídos, o que normalmente contribui – de maneira indireta, é bom que se diga – para o aumento de suas rendas.

Nestes casos, os principais exemplos podem ser detalhados pelos seguintes produtos/processos:

  • Equipamentos de custo relevantemente baixo e/ou menor;
  • Venda de tecnologias;
  • Acesso a créditos produtivos.

Você sabia que o Brasil foi eleito o segundo maior mercado de negócios de impacto social de toda a América Latina?

Ser eleito recentemente o segundo maior mercado de negócios de impacto social – quando comparado a todos os demais países que integram a América Latina, é bom que se diga – apenas fortalece o quanto este modelo corporativo tem crescido no território brasileiro.

Sob um viés passível de ser classificado como histórico, pode-se afirmar também que o foco deste tipo de empreendimento se caracteriza não somente por estar atrelado às classes menos favorecidas, mas também consegue, sobretudo em solo brasileiro, atingir as cerca de 168 milhões de pessoas (dado este divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2018) que se encontram na base da pirâmide social nacional.

De acordo com o Sebrae, o Brasil serve atualmente de cenário para mais de 17 milhões de pequenos negócios

Servir de sede e/ou cenário para a construção da marca de mais de 17 milhões de pequenos negócios representa apenas uma das características pertencentes ao cenário econômico brasileiro atual.

Na prática, esta informação é capaz de afirmar que são estes os estabelecimentos que representam cerca de 99% do total de empresas no país, além de que também são eles que sustentam a marca de 53% dos postos de trabalho, contabilizando um total de 27% do Produto Interno Bruto, o PIB, nacional.

 

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