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Marketing de conteúdo para e-commerce | Como vender mais

marketing de conteúdo para e-commerce

marketing de conteúdo para e-commerce

 

Aposte no marketing de conteúdo e melhore o posicionamento de seu e-commerce nos sites de busca!

Começamos este artigo com a pergunta que determinará a construção dos próximos parágrafos: que empreendedor não almeja que sua empresa (ou seu e-commerce, neste caso) apareça nas posições de destaque do Google? Para alcançar este objetivo, no entanto, são diversas as técnicas disponíveis.

Uma das principais delas, aliás, é representada pelo marketing de conteúdo, estratégia que pode trazer excelentes resultados aos empreendedores que não abrem mão de marcarem uma destacada presença no universo virtual.

Quem nunca entrou no Google para pesquisar a respeito de um determinado produto ou serviço antes de adquirí-lo, de fato?

Chega a ser involuntário: o brasileiro (e todos os demais consumidores do planeta, é bom que se diga) tem o recorrente hábito de, principalmente no Google, pesquisar a respeito de um determinado serviço ou produto antes de adquirí-lo, de fato.

Embora aparente ser algo simplista e cotidiano, este gesto se caracteriza, sim, por conseguir influenciar e muito nos momentos decisivos da compra em si.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) em 2016, 68% das vendas realizadas em lojas virtuais foram iniciadas em buscas orgânicas.

Ou seja, investir em links patrocinados não necessariamente se coloca como um acerto ou como uma obrigação por parte dos profissionais que almejam alcançar um lugar de destaque nas plataformas de busca da internet.

Confiança e segurança são essenciais para o posicionamento de um e-commerce na web!

Diferentemente do que acontece nas lojas físicas que permitem que o consumidor tenha no toque do produto que almeja adquirir um dos principais e mais decisivos fatores para a compra, o e-commerce não possui esta mesma possibilidade.

Por conta disso, o administrador ou o proprietário deste modelo de estabelecimento deve investir pesado em imagens, vídeos e tudo o que mais for possível para fazer da experiência de seu interessado a porta de entrada para os seus relacionamentos mercadológicos.

Na prática, vale ressaltar que é justamente a partir daí que as relações ligadas à confiança e à segurança conseguem vir a se apresentar como essenciais para o sucesso do e-commerce em si.

Em outras palavras, pode-se concluir que a opinião de terceiros pode sim influenciar na decisão de compra do consumidor.

Por mais que marca, qualidade e valor cobrado por um determinado produto ou serviço se apresentem como fatores imprescindíveis ao longo deste cenário, suas avaliações nem sempre se fazem relevantes no momento da finalização da aquisição em si.

Entenda o quão fundamentais são os comentários positivos a respeito de um produto

Embora os consumidores compreendam que sua empresa (seu e-commerce, neste caso) pode cometer erros, eles não aceitam que as suas experiências de compra sejam descartadas de maneira pura e simples.

Na prática, é também em função disso que as respostas dadas aos comentários negativos que os consumidores fazem em seus websites propriamente ditos, blogs e perfis nas redes sociais precisam ser as mais profissionais possíveis.

Com profissionais, neste caso, subentendem-se as avaliações devolutivas que de fato compreendem a experiência do cliente que procuram solucioná-la de maneira personalizada. Neste cenário, cabe lembrar que cada cliente é único e não abre mão de ser tratado como tal.

Por mais que aparente ser algo básico – e de fato é, em algumas circunstâncias -, este tipo de conduta, que em praticamente todos os seus aspectos pode se assemelhar aos atendimentos prestados aos clientes, pode determinar e muito a decisão da compra de um determinado consumidor.

Sem deixar este contexto, ainda cabe frisar que são primordialmente três as tarefas que jamais podem ser praticadas quando o assunto trata da interação entre empresa e comentários negativos disparados no universo on-line. Conheça-as:

  • Censurar os comentários negativos realizados a respeito de um determinado produto ou serviço;
  • Deixar de responder o comentário – por pior e mais absurdo que ele seja;
  • Divulgar apenas os reviews positivos, que são aqueles que normalmente elevam o ego do lojista, mas que não necessariamente condizem com a fase atual do estabelecimento.

Persona + blog

Que a definição de uma persona é essencial para o alavancar das vendas de seu e-commerce, você já deve saber. No entanto, e para que você consiga atingí-la da maneira mais adequada possível, salienta-se que são diversas as ferramentas disponíveis.

Uma delas trata da criação de um blog em seu próprio e-commerce (sim, é possível trabalhar com ambas as frentes em um só portal).

Em termos de exemplos – e caso se apresente como o proprietário de um e-commerce ligado ao universo estilístico -, você pode abrir a brecha para que os seus clientes mandem fotos com os looks recém-adquiridos.

Esta mesma regra pode valer para os e-commerces calçadistas e para as agências de turismo que não abrem mão em poder compartilhar seus pacotes através das experiências vividas pelos próprios viajantes.

Assim, cabe o destaque de que quanto mais detalhada for a persona de seu negócio, maiores serão as chances de você abordá-la no intuito de conseguir transformá-la em uma cliente fiel.

Sob uma observação mais prática, reforça-se que a definição deste “modelo de público-alvo” também deve ser qualificada a ponto de determinar as próprias diretrizes visuais aptas a compor a interface de seu e-commerce. Neste caso, são os seguintes fatores que se apresentam como passíveis de modelagem:

  • Design da loja virtual em si;
  • Riqueza de detalhes na descrição dos produtos;
  • Estoque propriamente dito.

Descrição dos produtos, imagens e vídeos

Conforme antecipado, poucas ações se apresentam como mais cruciais em um e-commerce do que a divulgação de imagens nítidas e dotadas de uma eficiente qualidade em termos de angulação.

No campo prático, inclusive, estas imagens podem servir e muito para a própria riqueza de detalhes trabalhada na descrição de produtos.

Em ambos os casos, são as diretrizes previstas nos códigos do SEO (Search Engine Optimization) que podem se destacar por serem as responsáveis por elevar o poder de busca e encontro das principais informações referentes a um produto ou serviço em específico.

Se todas estas informações não se bastassem por si só, também se faz justo e necessário frisar que quanto mais dinâmicas forem as descrições referentes aos produtos vendidos pelo e-commerce, melhor também tenderá a ser seu posicionamento mercadológico.

Aliás, é justamente neste cenário que surge a produção de vídeos. Segundo uma pesquisa divulgada pela Cisco, os vídeos serão, até o final do ano de 2020, responsáveis por 85% do tráfego de internet no Brasil.

Isso se constrói a partir da seguinte consideração: ao exigirem um esforço cognitivo menor, os vídeos se caracterizam por conseguirem “informar sem perder o encanto”, fazendo com que suas visualizações sejam simplesmente essenciais nos momentos das decisões das compras efetuadas pelos consumidores.

 

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